UOL K



NÃO IMPORTA O QUANTO RESPIRAMOS, E SIM O QUANTO NOS TIRAM O FOLÊGO!!


Descrição:
Se alguém me perguntar quem sou, digo q sou mulher, q falo do vento e me esqueço do tempo.
Se alguém me perguntar onde vivo, digo q vivo no mundo, q sei do AMOR e vivo sem pudor.
Se alguém me perguntar como sou, digo q sou luz e escuro, brilho e neblina, possível e oscilante.
Se alguém me perguntar p/onde vou, digo q onde vou só o amanhã sabe, só ele poderá responder.
Se alguém me perguntar meu nome, digo q sou a ALMA MISTÍCA....  
Endereço (URL):
http://mistica123.uolk.com.br/
Altura:
1,65m a 1,70m  
Peso:
70kg a 75kg  
Orientação sexual:
heterossexual  
Literatura:
Minha Alma tem o peso da luz;
Tem o peso da música;
Tem o peso da palavra nunca dita, mas preste quem sabe a ser dita;
Tem o peso de uma lágrima;
Tem o peso de uma saudade;
tem o peso de um olhar;
Pesa e como pesa uma ausência.
É a lágrima que não se chorou;
Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."

(CLARICE LIPECTOR)  
Música:
"Só uma coisa me entristece
O bjo de amor que não roubei
A jura secreta que não fiz
A briga de amor que não causei
Nada do que posso me alucina
Tanto quanto o que não fiz
Nada do que eu quero me suprime
De que por não saber inda não quis
Só uma palavra me devora
Aquela que meu coração não diz
Só o que me cegam o que me faz infeliz
É o brilho do olhar que não sofri."  
Audiovisual:
"Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando."

(CHARLIE CHAPLIN)  



Livro de recados de ...../|/|ΧTΩÅ.....

#((GÅ†ÃØ ™))#
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A amizade é como uma onda na praia, vai e vem, mas deixa marcas,, OI AMIGA SEJA BEM VINDA (((BEIJOS))) GATÃO;;
13:50 - 12/11/2009
V.I.B.E ٩(●̮̮̃•̃) ۶
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Limites

Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos, os erros de nossos progenitores...
...e com o esforço de abolirmos os abusos do passado...
...somos os pais mais dedicados e compreensivos mas, por outro lado...
...os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas” do que nós, ousadas, e mais “poderosas” que nunca!
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.
Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais...
... e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.
Os últimos que tivemos medo dos pais....
...e os primeiros que tememos os filhos.
Os últimos que cresceram sob o mando dos pais...
E os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E, o que é pior... os últimos que respeitamos nossos pais...
...e os primeiros que aceitamos que nossos filhos nos faltem com o respeito.
À medida que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical...
...para o bem e para o mal.
Com efeito, antes se considerava um bom pai, aquele cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens, e os tratavam com o devido respeito.
E bons filhos, as crianças que eram formais, e veneravam seus pais, mas à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram se desvanecendo...
...hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco o respeitem.
E são os filhos, quem agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas ideias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver.
E que além disso, que patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer; os papéis se inverteram.
Agora são os pais que têm que agradar a seus filhos para “ganhá-los” e não o inverso como no passado.
Isto explica o esforço que fazem tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “darem tudo”
a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem.
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais...
...a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo...
aos nos verem tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes
capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter...
... e de guiá-los, enquanto não sabem para onde vão...
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os...
...e não atrás, carregando-os e rendidos às suas vontades.
Os limites abrigam o indivíduo.
Com amor ilimitado e profundo respeito.


Mônica Monastério
( Madrid-Espanha )







V.I.B.E
19:09 - 25/10/2009

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Cartões de ...../|/|ΧTΩÅ.....

M@LU
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Guara
HO..HO..HO..

FELIZ NATAL!!!!
18:38 - 18/12/2009

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